Publicado em: terça-feira, 19/07/2011

Vice-presidente faz análises sobre situação econômica brasileira e caso dos Transportes

Essa segunda-feira (18) foi marcada por avaliações feitas pelo vice-presidente da República, Michel Temer, sobre a maneira como a presidente, Dilma Housseff, tem conduzido o caso do Ministério dos Transportes e também sobre as medidas econômicas que o Brasil deve tomar com a situação na qual se encontram a Europa e os Estados Unidos. De acordo com ele, a presidente tomou as decisões que seriam esperadas da presidente e que o Brasil não tem nenhum plano emergencial em andamento para caso a crise econômica se agrave.

Sobre uma possível crise que chegue ao Brasil, Temer defende que “Houve uma análise principalmente da questão dos Estados Unidos. Não analisamos eventuais medidas que virão se eventualmente vier uma crise.” O problema do presidente americano, Barack Obama, é que os representantes Democratas e Republicanos no Congresso não conseguiram chegar a um acordo quanto ao aumento do teto da dívida pública. Para Temer, a situação deve se resolver até dia 2 de agosto, data limite para o Congresso permitir tal aumento.

Com relação ao cargo de diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT), Temer não respondeu se Luiz Antonio Pagot, que atualmente está afastado do cargo, será definitivamente demitido. Quando as denúncias de superfaturamento do Ministério dos Transportes foram divulgadas pela revista Veja no início de julho, Pagot tirou férias e foi substituído por um diretor interino.

O nome do então ministro dos transportes, Alfredo Nascimento (PR), não resistiu às pressões da oposição, o que acabou levando à sua renúncia do cargo. Com isso, Paulo Passos (PR) assumiu o posto por indicação de Dilma.