Publicado em: segunda-feira, 04/11/2013

Velocidade mínima de internet sobe para 30% da taxa contratada

Velocidade mínima de internet sobe para 30% da taxa contratadaUma nova regra foi divulgada pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) que institui acréscimo na velocidade mínima da banda larga em 30% da tarifa contratada, a determinação é válida para dispositivos móveis e banda larga domiciliar.

Até final do mês passado a obrigação das empresas fornecedoras era de 20% e mesmo assim muitas empresas como Tim, Oi e Vivo não conseguem alcançar o objetivo de acordo com dados da Anatel.

A agência reguladora orienta os consumidores que notarem que a internet está fora dos padrões estipulados, deve em um primeiro passo ligar na operadora, adquirir protocolo e aguardar a resolução por parte da empresa. Se ainda assim, os problemas persistirem o consumidor deve ligar na Anatel que solicitará explicações por parte da operadora.

As companhias que não desempenharem os objetivos estão passíveis de sanções administrativas por parte da Anatel, que abrangem intimidação, interrupção temporária de serviço e penas de até R$ 50 milhões.

Se o internauta ficar mais de meia hora sem acesso a internet, pode solicitar ressarcimento juto a operadora. Desde também que se comprove o mesmo não teve nenhum tipo de aviso por parte da empresa.

Uma análise atualizada ordenada pela GSMA (Associação Internacional de Companhias de Telecomunicações) revela que o valor cobrado pela banda larga no país vem tendo considerável acréscimo, em contrapartida dos países remanescentes latinos, a disposição é oposta, e as tarifas arrecadadas pelo acesso à rede mundial de computadores teve queda acentuada nos últimos anos.

Ir ao sentido contrário aos demais configurou ao Brasil o país latino com a banda larga mais onerosa. Sem contar que um estudo anual da Organização das Nações Unidas (ONU) assinalou o minuto de celular no país como o mais caro do mundo. As empresas de telefonia rebatem alegando que o embasamento de taxas avaliada pela ONU é supervalorizada, porém quem repasse os valores para a ONU são as mesmas companhias que a criticam pela revelação do estudo.