Publicado em: quarta-feira, 28/08/2013

Tribunal de Contas da União vai investigar contratação de médicos cubanos para atuar no programa Mais Médicos

Tribunal de Contas da União vai investigar contratação de médicos cubanos para atuar no programa Mais MédicosApós a chegada dos médicos cubanos para atuar em diversas áreas do Brasil, pelo programa Mais Médicos, Augusto Neves que é quem preside o Tribunal de contas da União, fez o anúncio segunda-feira, onde diz que a corte irá abrir um processo para que sejam feitas análises na forma com que foram contratados esses 4 mil profissionais cubanos, contratação essa que foi realizada pelo governo federal.

De acordo com Nardes, alguns ministros do tribunal estão preocupados com os detalhes que foram acordados no termo de compromisso que foi feito em conjunto entre o Ministério da Saúde de a Organização Pan Americana de Saúde, neste termo estão explícitos aspectos trabalhistas desses médicos que vieram de Cuba para trabalhar no Brasil, em regiões mais carentes do país.

Essa preocupação foi expressa por ministros sobre as questões referentes as questões trabalhistas desse profissionais, porém essa é uma questão que precisa ser analisada com o devido cuidado, já que essa operação está sendo vista por eles como realizada em forma de triângulo com a Organização Pan Americana de Saúde que é que irá assumir toda a responsabilidade sobre essas contratações.

Técnicos da corte se encaminharam ao Ministério da Saúde com a finalidade de buscar informações e saber dos aspectos que fazem parte do acordo que foi feito com Havana, os auditores estipularam que fosse necessário um prazo de 30 dias para que esses detalhes sobre o acordo que foi feito por meio da entidade Internacional, fosse explicado pelo governo.

No final de semana passado cerca de 400 profissionais chegaram ao Brasil para atuar em várias regiões, eles fazem parte do programa do governo Mais Médicos, as vagas destinadas à estes profissionais são as vagas de municípios em que profissionais brasileiros e ou estrangeiros inscritos na primeira fase, se recusaram a trabalhar.