Publicado em: sábado, 07/03/2015

Suzane von Richthofen é criticada pelo irmão, que cobra explicações de declaração

Andreas von Richthofen decidiu, pela primeira vez, se pronunciar a respeito da morte dos pais, assassinados com a ajuda da própria irmã, Suzane von Richthofen. Sua declaração acontece doze anos após o assassinato deles, depois de a irmã dar uma entrevista de muita repercussão no programa do Gugu, onde teria novamente falado sobre a relação com o irmão. O pronunciamento aconteceu em forma de entrevista e uma carta para a Rádio Estadão, na tentativa de defender a memória de seu pai a respeito de uma declaração do promotor de justiça, que declarou que o pai de família teria contar no exterior.

Tudo aconteceu no início dessa semana, quando o promotor responsável pelo caso deu uma entrevista ao programa SuperPop, da RedeTV!, onde declarou que Manfred von Richthofen mantinha contas na Suíça, tendo apenas Suzane como sua beneficiária. De acordo com as informações do promotor, o dinheiro dessa conta seria oriundo de desvios de recursos para obras de construção do trecho oeste do Rodoanel. Mais tarde, o promotor não quis mais falar sobre o assunto. Andreas usa a carta para cobrar explicações do procurador sobre essa declaração, além de classificar como “nojento” o crime cometido pela irmã.Suzane von Richthofen é criticada pelo irmão, que cobra explicações de declaração

Em entrevista à rádio, Andreas afirmou que sua carta não seria contra ninguém, mas endereçada a esse procurar que vem se referindo a sua família, fazendo uma série de declarações, mas sem prestar as devidas explicações sobre o caso. Andreas não falou muito, temendo ser identificado por sua voz. Na carta, que Andreas divulgou para o rádio, Andreas aborda o procurador publicamente, exigindo um esclarecimento a respeito das declarações que ele vem dando. Ele pede que o procurador explique se já contas no exterior, que ele então traga provas disso, mostre quais são as contas e onde elas estão, porque ele, como herdeiro da família, que esclarecer o caso.

Na carta, Andreas ainda pede que se as declarações não passarem de boatos, se não houverem provas, que o procurador se retrate e pare de dar declarações sobre o caso, para impedir que a prática de um crime não acabe manchando o nome de uma família e de pessoas que já nem estão mais vivas para se defenderem. Ao final, Andreas afirma compreender que a indignação do promotor pelos assassinatos sejam grandes, porque assim como ele, deve encarar as mortes como um crime nojento.