Publicado em: quarta-feira, 26/06/2013

Suecas condenadas por insultos em rede social

Suecas condenadas por insultos em rede socialAdolescentes suecas de 15 e 16 anos de idade postaram diversos comentários considerados depreciativos. Foram ao todo 38 fotos de usuários da mesma rede social de fotos, o Instagram comentadas, e, condenadas por insulto, difamação, entre outras observações feitas e agora culpadas na justiça vão pagar suas penas prestando serviços comunitários.

As meninas foram condenadas por insultos sexuais além de difamação a respeito de outros tantos jovens que usam a rede de fotos Instagram. O tribunal sueco condenou as meninas a partir do uso de uma conta anônima onde elas postavam comentários depreciativos para outras 38 jovens, em sua grande maioria do sexo feminino, elas receberam multa em dinheiro e serviços comunitários como condenação por seus atos.

Estes comentários infelizes foram colocados pelas meninas no mês de dezembro do ano passado na rede social de compartilhamento de fotos, Instagram e se espalharam pelo mundo da internet em uma velocidade rápida, o resultado, muitos dos jovens da cidade de Gotemburgo, a mesma cidade onde vivem as meninas condenadas e suas vítimas adolescentes, tomaram as ruas em protestos que acabaram por se tornar agressivos e tomar formato de violentos.

O resultado do que caracteriza-se hoje como bullying cibernético lugares do mundo, principalmente entre jovens, infelizmente tornou-se essa péssima tendência e ainda crescente, assim como é o constante avanço das mídias sociais. O que vale a pena pensar é que como o que houve no caso das adolescentes suecas é que o resultado é imprevisível e poderia ter sido pior ainda do que já foi o ocorrido e com resultados para os envolvidos ou não, irreparáveis.

Com este pensamento e salientando para a questão de que muitos acreditam que podem agir como anônimos quando sentados atrás da tela de um sistema de computador e ter a liberdade maior de ação e sair impune é que as medidas punitivas devem ser tomadas, explicou o advogado que cuida da acusação das adolescentes, o sueco, Arash Raoufi.