Publicado em: sábado, 14/12/2013

STJD pune Atlético-PR e Vasco com perdas de mando de campo no Brasileirão

STJD pune Atlético-PR e Vasco com perdas de mando de campo no BrasileirãoApós a violência entre torcedores na Arena Joinville no último domingo (8), a 4ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu na última sexta-feira (13), pela punição de Atlético Paranaense e Vasco da Gama para a próxima edição do Campeonato Brasileiro. Enquanto o clube rubro-negro perdeu 12 mandos de campo, o Cruzmaltino terá de jogar oito jogos fora de seus domínios.

O jogo entre Atlético Paranaense e Vasco ficou paralisado por 73 minutos, em razão da briga entre ambas as torcidas. Além dos 12 mandos de campo, o Furacão foi penalizado com seis partidas com portões fechados e multa de R$ 140 mil. O Cruzmaltino, por sua vez, perdeu oito mandos de campo, quatro deles com portões fechados para torcedores, e multa de R$ 80 mil.

Enquadrado no artigo 191 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o Atlético-PR foi denunciado por ‘deixar de cumprir o cumprimento de medidas para garantir a segurança da torcida durante a realização da partida’, e também no artigo 211, por ‘deixar de manter o local da partida com infraestrutura necessária a assegurar plena segurança para sua realização’. Ambos os clubes foram julgados com base no artigo 213 do CBJD, ‘deixar de tomar providências para prevenir desordens na praça de desporto’.

Árbitro na Arena Joinville, Ricardo Marques Ribeiro foi absolvido por unanimidade

Tanto o Atlético-PR quanto o Vasco da Gama ainda poderão apresentar recurso nos próximos dias. O julgamento do Pleno do STJD está marcado para o dia 27 de dezembro. Por outro lado, além das punições, o árbitro do jogo, Ricardo Marques Ribeiro, a Federação Catarinense e a Federação Paranaense de Futebol foram absolvidos.

O árbitro foi absolvido no tribunal por unanimidade, enquanto a Federação Paranaense de Futebol recebeu dois votos de absolvição e outros dois votos de punição, com multa de R$ 20 mil. Assim, com o empate, prevalece a vontade da defesa.