Publicado em: sexta-feira, 13/12/2013

STJD mantém placar de jogo em Joinville e Vasco da Gama disputará a Série B em 2014

STJD mantém placar de jogo em Joinville e Vasco da Gama disputará a Série B em 2014Na última quinta-feira (12), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou o pedido de impugnação do jogo entre Clube Atlético Paranaense e Vasco da Gama, disputado no último domingo (8), que culminou com o rebaixamento do Cruzmaltino à Série B do Campeonato Brasileiro. Com isso, a goleada por 5 a 1 do Furacão foi mantida e o Cruzmaltino terá de disputar a Segundona em 2014.

O presidente do STJD, Flávio Zveiter, julgou improcedente o recurso do Vasco da Gama, que queria responsabilizar o Atlético Paranaense pela ineficiência na segurança do jogo disputado na Arena Joinville. Com essa decisão, não haverá julgamento, segundo o que foi confirmado pelo procurador-geral do tribunal, Paulo Schimitt.

O departamento jurídico do Vasco havia enviado ao STJD na última quarta-feira (11), uma ação ressaltando a responsabilidade do Atlético Paranaense pela segurança do jogo, que terminou com torcedores machucados, após o enfrentamento entre torcidas organizadas de ambas as equipes.

Se ganhasse nos tribunais, Vasco se livraria do rebaixamento à Série B do Brasileirão

Além disso, o Vasco também questiona um descumprimento do árbitro Ricardo Marques Ribeiro, de um regulamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), sobre a parada de 73 minutos da partida, tempo superior aos 30 minutos que está na regra para o jogo ser adiado ou suspenso. Caso tivesse conseguido a vitória na justiça, o Cruzmaltino ganharia três pontos, deixaria a 18ª colocação e subiria para o 16º lugar, com 47 pontos, ultrapassando assim o Criciúma, se salvando do rebaixamento para a Série B do Brasileirão.

No Regulamento Geral de Competições da CBF, está escrito que o árbitro pode decidir pela suspensão da partida depois de 60 minutos de paralisação, 30 minutos de espera para o reinício do jogo e mais 30 minutos acrescidos. Porém, esse documento não diz que o árbitro deve encerrar a partida, de forma obrigatória.