Publicado em: quinta-feira, 13/03/2014

SP pagará hackers para melhorar trânsito; salário é de até R$ 5,9 mil

SP pagará hackers para melhorar trânsito; salário é de até R$ 5,9 milCom o objetivo e aumentar a fiscalização nas ruas da cidade de São Paulo, o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, anunciou que hackers ajudarão a melhorar o transito em São Paulo. O ambiente de trabalho será realizado no Laboratório de Mobilidade, o qual será inaugurado pela prefeitura na próxima semana.

Ciro Biderman, chefe de gabinete da presidência da São Paulo Transportes (SPTrans), revelou que o número de pessoas que ainda optam pelos automóveis é acima dos que preferem o transporte público e a ideia do projeto é trazer mais tecnologia para as ruas São Paulo e intensificar os projetos de mobilidade urbana.

A prefeitura cidade espera que esta iniciativa possa desenvolver e aprimorar softwares para auxiliar no transporte da capital. Isso sem mencionar que as câmeras e radares da cidade serão mais interativos e haverá um controle maior com a população.

Os salários dos profissionais contratados deverão ficar entre R$ 352 e R$ 5,9 mil, e irão variar de acordo com a função de cada um. Os recursos para o programa implantado por Haddad virão da Universidade de São Paulo (USP).

O laboratório terá uma capacidade de até 70 pessoas, e será equipado com 15 computadores e a prefeitura espera que o projeto deva funcionar durante 24 horas. Sendo assim, serão divididos em turnos para que ninguém seja sobrecarregado.

O projeto ganhou vida após uma maratona de desenvolvedores de softwares, promovida pela SPTrans em outubro do ano passado, evento que premiou os programadores que criaram o “Cadê o Ônibus”, um aplicativo extremamente funcional que informa o horário das linhas de ônibus e até mesmo as condições do trânsito.

A iniciativa faz parte de mais de uma das ações da prefeitura de São Paulo que visam a inclusão social. A ideia do projeto não é apenas desenvolver softwares e monitorar os radares, mas empregar pessoas que até então eram marginalizadas pela sociedade.