Publicado em: sábado, 28/12/2013

Shoppings têm resultado ruim nas vendas de Natal

Shoppings têm resultado ruim nas vendas de NatalContradizendo a preleção otimista, espalhada no princípio do mês, quando chegou a cogitar acréscimo de até 20% nas vendas de Natal, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), hoje, fala que a elevada esteve em 5%, contra 6% no ano anterior.

Conforme o presidente do instituto, Nabil Sahyoun, avaliando a igual quantidade de estabelecimentos, foi o pior Natal em cinco anos. Entre as fundamentais causas, o acréscimo dos juros e do excesso de compromisso financeiro das famílias.

Em 2013, diversamente dos antecedentes, a análise da Alshop confere o acréscimo das vendas ao máximo apontador de lojas e não à elevação das vendas.

Sahyoun disse que para inúmeras frações do varejo, quando avaliadas as iguais lojas, o desenvolvimento foi negativo ou inexistente.

Em diversos setores do varejo, se analisado o idêntico algarismo de estabelecimentos, teve redução das vendas na checagem com o ano antecedente.

O presidente da entidade também relatou que não foi dentro da perspectiva, de desenvolvimento de 10% a 11%. Ainda assim, o aumento vegetativo causou um fator positivo para quem fez ampliação de seus estabelecimentos.

Em 2013, foram abertas 16 mil comércios em 38 shoppings implantados. Nos shoppings já viventes, 30% anotaram determinado tipo de ampliação.

Sem contar dos juros mais elevados e as famílias cada vez mais endividadas, os shoppings assinalam a reserva ao crédito a famílias de baixo rendimento, a elevada carga contribuinte e os protestos que o país presenciou no meio do ano.

Sahyoun salientou que os custos com lembranças neste Natal foram abaixo aos anos precedentes. Para ele, a circulação deste ano foi em suma decepcionante. Em anos precedentes, apresentaram uma mistura. O poder de gasto permanecia melhor, não houve protestos. Este ano foi anormal, segundo o presidente que ainda ressaltou que se tirarem todos estes acontecimentos, na média, não teve desenvolvimento. Se avaliar os derradeiros anos, é a primeira vez que isso ocorre.