Publicado em: terça-feira, 15/10/2013

Série “Glee” se despede de Finn

Série Glee se despede de FinnO personagem Finn Hudson do seriado musical chamado “Glee” não aparece mais ao público desde quinta-feira, dia 10 de outubro. O papel era interpretado pelo ator Cory Monteith, que faleceu recentemente. A despedida da equipe incluiu uma homenagem ao colega de trabalho. As cenas tiveram músicas, choros e lembranças. Apesar de ser um momento de desligamento, não houve uma explicação sobre a morte de Finn no seriado.

Os telespectadores assíduos de “Glee” estavam curiosos para saber como seria a continuação da série depois da morte de Cory Monteith. O musical é exibido pelo canal fechado Fox e o público queria saber como a produção encerraria a participação do personagem. Finn era uma dos protagonistas da série.

Cory Monteith faleceu no mês de julho de 2013 e tinha 31 anos de idade. O motivo da morte foi uma alta ingestão de drogas. Mas, ao que tudo indica, a overdose de álcool de heroína teria sido acidental.

O seriado musical “Glee” é caracterizado por ser uma produção bastante leve. Desde 2009, conquistou o público até mesmo pelos temas considerados sérios, que vez ou outra foram abordados pelos roteiristas do programa. Apesar disso, a morte do ator Cory Monteith não ficou explícita e não teve o caráter de orientar os telespectadores sobre os cuidados que as pessoas devem ter com o consumo de drogas.

A morte de um dos principais personagens, o Finn, não foi explicada. O episódio que foi ao ar no dia 10 de outubro, mostrou cenas de três semanas depois do enterro do personagem. O início conta com o irmão Kurt (Chris Colfer) se preparando para ir ao colégio McKinley em uma cerimônia póstuma. O local é onde toda a série acontece.

O primeiro questionamento de Kurt é que pouco importa o motivo pelo qual o irmão veio a falecer, apesar de todas as pessoas terem vontade de falar sobre o assunto. O personagem reflete que foi apenas um momento da vida de Finn e ele dá mais importância a todo o resto da vida dele.

O rapaz jogava futebol americano que passou a ser parte de um coral. Finn defendia os estudantes excluídos do colégio e refletia uma mensagem de que era necessário um pouco mais de tolerância.