Publicado em: segunda-feira, 01/12/2014

Segundo passageiro de ônibus alvejado no litoral de São Paulo clima entre os ocupantes era de indignação

Segundo passageiro de ônibus alvejado no litoral de São Paulo clima entre os ocupantes era de indignaçãoSegundo informações do professor universitário, Oswaldo da Costa, o clima que predominava entre os passageiros que estavam no ônibus atingido por tiros, era de indignação, segundo ele as pessoas ficaram indignadas com a falta de segurança que existe no local onde o fato ocorreu.

O professor declarou que todos os passageiros se protegeram como puderam, uns deitaram no chão do ônibus, entre as poltronas, e outros assim como ele optaram por reclinar seus bancos o máximo que conseguiram, além disso um outro passageiro se protegeu colocando uma mochila em cima de si mesmo.

Oswaldo informou também que muitos dos passageiros, quando perceberam a situação tentaram ligar para a Ecovias, que é quem administra o Sistema Anchieta Imigrantes, e também para a polícia militar, para tentar buscar ajuda de algum dos órgãos.

O ônibus continha 34 passageiros e vinha do terminal Jabaquara em São Paulo com destino a rodoviária de Santos, segundo informação passada para a polícia rodoviária pelo próprio motorista, um automóvel prata ultrapassou o coletivo na altura do quilômetro 47 da via Anchieta e começou a efetuar disparos contra o ônibus.

Segundo o motorista, mesmo com as investidas dos ladrões ele resolveu não parar o coletivo e seguiu viagem, segundo Oswaldo o fato de o motorista ter optado por seguir viagem o fez ser visto como um herói por todos os presentes, já que houveram disparos efetuados contra o para-brisa do ônibus e o motorista poderia ter sido atingido.

Dentre os 34 passageiros que estavam no ônibus não houve feridos, mas Oswaldo relata que todos ficaram muito amedrontados, no momento dos disparos, pensando que pudesse ocorrer um acidente, já que o motorista também tentava escapar dos tiros, além de conduzir o coletivo.