Publicado em: sábado, 28/06/2014

Secretaria Municipal da Saúde revela por meio de estudo que apenas 46% dos paulistanos usam preservativo em sua última relação

Secretaria Municipal da Saúde revela por meio de estudo que apenas 46% dos paulistanos usam preservativo em sua última relaçãoAtravés de uma pesquisa feita pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, ficou revelado que a maior parte da população concorda que o uso da camisinha é a melhor forma de prevenir a AIDS e também doenças sexualmente transmissíveis, porém algo controverso foi observado na pesquisa, mesmo com toda essa consciência, apenas 46% das pessoas utilizaram preservativo em sua última relação sexual.

Através da pesquisa um outro aspecto pode ser notado, quando se refere ao início da vida sexual das pessoas, a taxa de pessoas que não utilizam camisinhas é de 39% dentre os 94% que informaram que teriam iniciado sua vida sexual naquele período.

O estudo foi realizado com mais de 4.300 mil pessoas e foi realizada entre os anos de 2013 e também 2014 e tem como objetivo saber se as pessoas estão por dentro sobre o vírus HIV, bem como doenças que são transmissíveis pela relação sexual, além da hepatite B e C, a pesquisa buscar avaliar também o quanto a pessoa sabe a respeito dessas infecções.

Segundo a Drª Eliana Battaggia Gutierrez, que é coordenadora do programa Municipal de DST/AIDS, a junção dessas informações colhidas no estudo com os dados que são operados no serviços de saúde pode significar uma potencialização de definições de estratégias que sejam adequadas para cada tipo de epidemia específica contida no estudo.

De acordo com Drª Eliana as epidemias do vírus HIV bem como a de Doencas Sexualmente Transmissíveis tem sua evolução de maneira contínua, sendo assim, novos desafios são propostos para que estas sejam enfrentadas, exatamente por isso é de extrema importância que eles saibam como estas epidemias atuam no território, já que somente dessa maneira pode-se elaborar estratégias que reflitam de uma melhor maneira no combate a estas, segundo Drª Eliana as epidemias tem maneiras diferentes de se apresentar em regiões distintas.