Publicado em: segunda-feira, 22/09/2014

Sal, gordura e fritura em excesso na alimentação podem trazer danos aos cérebro

Sal, gordura e fritura em excesso na alimentação podem trazer danos aos cérebroPara que o cérebro funcione bem, é necessário ingerir alimentos que tenha nutrientes importantes para ter uma boa alimentação como por exemplo: peixes, legumes, frutas, grãos e verduras. Em contraponto, uma dieta abastada de gordura e fritura pode fazer mal. O neurologista Luís Otávio Caboclo alerta que o mau hábito alimentar normalmente está relacionado a um aumento no colesterol ruim, que além de afetar o coração, aumenta também o risco de doenças do cérebro como o derrame e a demência. Além da gordura e fritura, o sal também é um grande vilão, podendo ser o grande responsável pela hipertensão arterial. Segundo a neurologista, Sonia Brucki, com a pressão maior, as artérias ficam enrijecidas, abrindo uma maior propensão a acontecerem derrames e outros problemas no coração e nos rins.

Um outro problema para organismo está no glúten – há pessoas que digam que prejudica o cérebro em um todo, mas de acordo com os médicos, eles só fazem mal se a pessoa for intolerante a ele. Se caso, a doença for celíaca e não receber o tratamento necessário, podem acontecer alterações cognitivas, porque o paciente fica impossibilitado de absorver nutrientes que são imprescindíveis. Mas, a alimentação não é a única que age diretamente no funcionamento do cérebro mediante as emoções.

Estudo

Existe uma pesquisa realizada com atores que busca compreender a forma como esses sentimentos são interpretados, afim de ajudar em tratamentos médicos. Este projeto, avalia a diferença entre emoção real e falsa e a intenção é aplicar as descobertas em pacientes com epilepsia ou com problemas de memória. No caso de pacientes portadores da paralisia cerebral, entretanto, existe uma alternativa que funciona na maioria dos casos, o pilates. Uriel, de 24 anos, acabou descobrindo a prática dos movimentos que nunca havia conseguido fazer por conta da doença. Os especialistas explicam que isso acontece em função de um fator chamado de plasticidade, que nada mais é do que a capacidade do cérebro de se organizar e readquirir funções que foram perdidas.