Publicado em: segunda-feira, 11/06/2012

Reputação de LinkedIn fica comprometida depois do roubo de senhas

A falta de comentários da rede social LinkedIn com relação a amplitude da quebra de segurança recente, deixando expostas cerca de milhões de senhas de usuários, só tem piorado a reputação da rede social. Entre profissionais envolvidos no meio, a ausência de satisfação pode resultar no atraso de crescimento, se houver a possibilidade de a extensão da violação ser muito maior do que se imagina.

Com mais de 160 milhões de usuários, a rede social invadida afirma apenas em seu site que precisa de mais dias para avaliar a dimensão do vazamento de dados. De acordo com especialistas da área de segurança na internet, o LinkedIn não apresentava um nível de proteção adequado para o registro de informações. Especialistas forenses foram contratados pela rede para dar assistência, já que o FBI e os engenheiro da empresa continuam, sem sucesso, tentando descobrir como mais de cinco milhões de senhas chegam até os sites ilegais de hackers.

Retorno

Hani Durzy, porta voz da companhia, afirmou que a rede social tornou as senhas hackeadas inválidas assim que foi descoberto o vazamento. Ainda assim, a empresa não sabe se outras informações chegaram a ser roubadas das contas.

O problema é tão grande que, dias depois de a violação ter sido descoberta, clientes que tiveram as senhas roubadas eram avisados na sexta feira (08) pela rede social profissional. A analista de tecnologia Laura Didio comentou que a notificação chegou a ser rápida o suficiente.

Ela acha que foi tempo necessário para que as informações dos usuários fossem descobertas. O que alguns especialistas afirmam é que as normas para proteção de dados da companhia não eram engenhosos como hoje em dia se espera de uma empresa de internet grande como esta.
Como exemplo, o LinkedIn não possui um diretor de segurança da informação ou diretor de informação, que poderiam supervisionar as operações. Quanto às críticas contra a empresa, os representantes de recusaram a falar.