Publicado em: quinta-feira, 16/02/2012

Ranking aponta que SP é a 45ª melhor cidade do mundo para fazer faculdade

Um novo ranking divulgado pela QS Quacquarelli Symond apontou a cidade de São Paulo como a 45ª melhor do mundo para se cursar faculdade. A QS Quacquarelli Symond é uma organização internacional que realiza pesquisas educacionais desde 2004, com um levantamento que pretende ajudar estudantes a analisar bem onde deve estudar.

Para o levantamento são levados em consideração cerca de 12 critérios, como o número de ofertas de universidades e a qualidade delas, com base no ranking das 400 melhores instituições mundiais, o tamanho da população, as condições de vida do município e as expectativas de trabalho. São avaliadas para o ranking cidades que possuem mais de 250 mil habitantes e o ranking enumera as 50 melhores.

Paris, na França, está liderando o topo da lista. Seguida por Londres, na Inglaterra e Boston, nos Estados Unidos. Entre as dez primeira posições, o único país que apresenta duas cidades é a Austrália, com Melbourne, em 4º e Sidnei, em 6º.
Na América Latina, a melhor cidade para realizar um curso superior é Buenos Aires, na Argentina. Seguida pela Cidade do México. Antes de São Paulo, aparece ainda Santiago, no Chile, na 41ª posição.

As universidades

A Universidade de São Paulo (USP) aparece em 169º lugar no ranking de 400 instituições de ensino superior, realizado pela QS Quacquarelli Symonds. A Universidade de Campinas (Unicamp) é a segunda universidade brasileira mais bem qualificada, atingindo a 235ª posição.

Na última divulgação do ranking, a Universidade de São Paulo aparecia em 253º lugar, enquanto a Unicamp atingia o 292º lugar. O ranking é elaborado por um grupo com mais de 2 mil avaliadores de 700 universidades de todo o mundo.

A nota de cada instituição é definida da seguinte forma; 40% de reputação acadêmica (medida numa pesquisa global), 10% de avaliação que os funcionários fazem da instituição, 20% de citações em artigos, 20% do desempenho dos estudantes, 5% de proporção de alunos estrangeiros e 5% de proporção dos docentes estrangeiros.