Publicado em: quinta-feira, 03/07/2014

Projeto nos EUA é criado para ajudar militares feridos a se recuperarem

Projeto nos EUA é criado para ajudar militares feridos a se recuperaremPensando na melhor recuperação dos militares que tiveram ferimentos graves e até passaram por amputações durante os combates, o Centro de Pesquisa de Saúde Naval dos Estados Unidos criou um estudo que irá ajudar os militares que passaram por esse tipo de situação. O projeto chama-se: “projeto de recuperação do guerreiro ferido” que tem o objetivo de estimular a medicina militar e ajudar de uma forma melhor os jovens ou veteranos de guerra que possuem uma deficiência grave, e que ainda querem manter a rotina de antes. Pelo menos 50 mil militantes sofreram ferimentos no Iraque e no Afeganistão, e em torno de 16 mil deles tiveram consequências graves, ao ponto de que se tivessem sido atingidos em conflitos anteriores provavelmente não teriam sobrevivido. Até então são 1.500 pessoas já fizeram a inscrição para o programa, mas a Marinha ainda pretende enviar 10 mil voluntários.

11 de setembro

De acordo com a agencia de notícias Associated Press, o estudo pretende reunir o número máximo de comentários dos militares que lutaram depois do marcante 11 de setembro e saber deles como está a vida após esse dia, assim como as consequências que sofreram. Um exemplo de quem foi atingido em combate e busca hoje por uma vida normal, é o especialista em bomba Brian Meyer que perdeu uma perna e a mão direita durante uma ação em 2011, no Afeganistão, e agora usa próteses que o ajudam a ter uma movimentação mais próxima do real. Meyer afirma que ainda não se inscreveu para fazer parte do estudo, mas ainda pretende fazer parte. Seu caso foi destaque na época, sendo noticiado até mesmo na revista “New England Journal Of Medicine”. Após ter perdido os dois membros, ele ajudou cientistas no desenvolvimento de técnicas cirúrgicas mais eficazes e participou de um tratamento feito a laser para que suas cicatrizes sejam reduzidas no braço em que foi atingido.