Publicado em: terça-feira, 19/03/2013

Professora lamenta que mulheres sejam minoria na computação

Professora lamenta que mulheres sejam minoria na computaçãoA jovem Isabelle Aleksander fica por horas escrevendo códigos de computadores e quer ser engenheira. A paixão mais nova dela é o Raspberry Pi, que é um computador com baixo custo, que tem o tamanho de um cartão de crédito, que foi desenvolvido para que pudesse ensinar programação de uma maneira mais simples.

Quando ela falou para o melhor amigo, ele perguntou como ela sabia isso, e que ela era menina e não deveria fazer isto. Isabelle e a amiga Honey Ross, são poucas meninas do colégio particular da região norte de Londres King Alfred School, que tem algum interessam pela área tecnológica. As duas falam que o motivo para isto, pois quem vê de fora, a computação parece algo que não tem interesse e é feita principalmente por garotos e que são nerds.

Um mundo incrível

Ross diz ser uma pena, entre uma aula e outra no laboratório de computação, pois para a jovem este é um mundo muito incrível, e ela diz parecer que está apenas esperando que muitas meninas cheguem nesta área.

Belinda Parmar iria adorar ver isso ocorrer, especialmente pois as estatísticas apontam que mulheres neste mundo de tecnologia, que já são algo raro, estão prestes de virar algo ainda mais raro.

Parmar chegou a fundar há três anos a consultoria Lady Geek, que faz a colaboração com empresas de tecnologia para que façam contato junto a clientela de mulheres e aumentem a quantidade de de mulheres que atuam na área. Após ser convencida de que a falta de mulheres neste setor de tecnologia tem raízes durante a infância, Parmar fez a criação de uma entidade que não tem fins lucrativos chamada de Little Miss Geek, que tem finalidade de que meninas sejam convencidas que programação não é nehuma atividade de maneira solitária e nem chata, e sim um trabalho criativo que pode gerar dinheiro.