Publicado em: quinta-feira, 29/08/2013

Procurador geral da República diz que pedido de extradição de Roger Molina feito pelo presidente Evo Moralez não pode ser aceito

Procurador geral da República diz que pedido de extradição de Roger Molina feito pelo presidente Evo Moralez não pode ser aceitoSegundo informações do procurador geral da república que foi indicado para ocupação do cargo pela Presidente Dilma Rousseff, Rodrigo Janot o pedido de extradição do senador boliviano Roger Pinto Molina, feito ao governo brasileiro pelo presidente boliviano Evo Moralez não pode ser aceito pelo governo do Brasil, levando em consideração à atual situação de Molina que está asilado no país, segundo Rodrigo, a pessoa que está nas condições do senador Molina não é devolvida o seu país de origem, uma vez que ele já se encontra em território Brasileiro, sendo assim enquanto Roger estiver asilado no Brasil, o pedido de extradição não será realizado.

Essas declarações por parte de Rodrigo ocorreram durante a sabatina que foi realizada na comissão de constituição e justiça, onde a indicação de Rodrigo Janot para ocupar o cargo foi aprovada em uma votação que foi realizada de maneira secreta.

O nome de Janot que foi indicado pela presidente Dilma Rousseff, será votado mais uma vez, esta votação também será realizada de maneira secreta, porém agora no plenário com o voto dos senadores, logo após essa votação ser decidida se o nome de Janot for aceito mais uma vez assim como nessa votação que já ocorreu, sua nomeação será tornada oficial por meio de decreto oficiai que será feito pela presidência.

Rodrigo foi questionado á respeito da situação em que se encontrava o senador boliviano Roger Pinto Molina que foi trazido ao Brasil pelo Diplomata Fernando Sabóia, Sabóia está afastado de seu cargo e esse episódio gerou crise no Itamaraty, que resultou no pedido de demissão do chanceler Antonio Patriota.

O senador boliviano Roger Pinto Molina ficou um período de mais de 450 dias instalado na embaixada do Brasil, após ter feito denúncias que davam conta de que o governo boliviano sob a presidência de Evo Moralez mantinha relação com o narcotráfico internacional, logo após essas denúncias Roger solicitou asilo ao Brasil sob a justificativa de que estaria recebendo ameaças do governo boliviano.