Publicado em: quarta-feira, 16/10/2013

Previsão de crescimento da América Latina será de 3% ano que vem, diz FMI

Previsão de crescimento da América Latina será de 3% ano que vem, diz FMIO Fundo Monetário Mundial divulgou um relatório na última semana que aponta um pessimismo em relação ao crescimento da América Latina em 2014, na casa dos 3%. Especificamente para o Brasil a estimativa é de 2,5% neste ano e em 2014.

A probabilidade de crescimento latino-americano é baixa se comparada com a economia mundial, de 3% em 2013 e 3,5% em 2014, pouco abaixo do antecipado previsto pelo FMI. O pessimismo é explicado de acordo com o relatório do fundo devido à estagnação de mercados considerados em franco crescimento.

A economia brasileira mostra crescimento após o retardamento ocorrido em 2011, porém em ritmo mais lento. Nas regiões remanescentes, a atividade econômica tem permanecido “regulada”-pulsada pela inclinação na questão externa e, em determinados fatos, pelas barreiras do consumo interno.

O FMI aconselha que países sul-americanos possuidores de matérias-primas, como o Brasil, sofrem o ímpeto de tolerar implicações se uma desaceleração mais perspicaz que o previsto na organização da China trazer uma intensa baixa no preço das mercadorias.

Mais um fator que deve gerar cautela no mercado financeiro é a questão da política monetária dos EUA, que deve amortizar sua plataforma de incentivo que no ano que vem.

Outro risco ao qual a região deve ficar atenta vem da política monetária dos EUA. O país deve desacelerar em breve, seu programa de estímulo, que vem investindo muito dinheiro desde 2010. E esta aplicação financeira acaba trazendo parte destes recursos ao Brasil, onde os detentores do dinheiro pretendem capitalizar com juros mais altos do que no país americano. Com este retrocesso podemos ter novas movimentações na cotação da moeda americana. O FMI afirma ter projeções positivas para a moeda europeia, o Euro, que de acordo com o relatório da instituição deve reconquistar prestígio no mercado econômico depois da crise de 2011.