Publicado em: quinta-feira, 04/07/2013

Presidente interino prestou juramento no Egito

Presidente interino prestou juramento no EgitoAdli Mansour, atual presidente no Egito prestou juramente ao seu cargo hoje, dia 4 de julho, quinta-feira, um dia após ao golpe militar, em frente a uma assembleia geral que foi formada pelo Supremo Tribunal Constitucional e a instância judicial, onde ela era o presidente até o dia de hoje.

Ele foi para este cargo depois de um golpe militar que retirou do poder o presidente eleito Mohamed Morsi, Mansour discursou brevemente ontem que vai proteger o sistema de seu país para que continue sendo republicano e vai se comportar como um fiador dos interesses de ordem pública.

O presidente Mansour também disse ter a intenção de realizar uma nova eleição, porém não disse nada mais a respeito e não apontou uma data. Para ele o país, através destas grandes manifestações populares que retiraram Morsi e desenharam uma revolução gloriosa são responsáveis por selar um novo destino ao Egito.

Em declaração a imprensa a respeito do que ele aponta como a Irmandade Muçulmana, Mansour afirma enfático que eles formam parte do povo egípcio e são muito bem vindos na ajuda para construção de uma nova nação, de acordo com publicação feita no jornal de responsabilidade estatal, Al-rham.

No dia anterior ao golpe, Abdel Fatah al-Sisi, general que é o chefe do exército do Egito foi quem anunciou em cadeia nacional, em canal de televisão, que o presidente islamita Morsi seria deposto, ele era ligado à Irmandade Muçulmana, e, supostamente ele não cumpriu com as expectativas que seu povo depositou nele.

O general ainda informou que a Constituição fiará suspensa por um tempo, até que seja realizada a transição, onde o governo passa a ser exercido por grupo formado e definido de tecnocratas.

Morsi, foi o primeiro presidente que foi eleito democraticamente no país e ele não admite este folpe militar e pede para que seus partidários e também a líderes militares do Egito que resistam a este golpe de forma pacífica, para que não aconteça nenhum derramamento de sangue no país.