Publicado em: sexta-feira, 19/10/2012

PlayStations 2 e 3 podem ser produzidos no Brasil

PlayStations 2 e 3 podem ser produzidos no BrasilNa quinta-feira (18) a empresa Sony, que produz os videogames da linha Playstation, apresentou um projeto para o conselho de administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) no valor de aproximadamente R$ 100 milhões para que consoles sejam produzidos no local.

Neste projeto não há uma especificação sobre quais videogames a Sony pretende produzir na Zona Franca da capital amazonense. Esta informação só será descoberta quando forem apresentadas as características técnicas dos equipamentos, o que a empresa ainda não apresentou.

Conforme um jornal de negócios do país, Playstation 3, PS 2, PSVita e PSP figuram entre os possíveis aparelhos que a Sony poderia estar pensando em produzir no Brasil.

Caso a proposta seja aprovada pela Superintendência, a empresa pode começar de forma imediata a produzir videogames no local, conforme apontou a assessoria da Suframa. Porém há o prazo três anos, para que a empresa de tecnologia do Japão comece a fabricar consoles na Zona Franca de Manaus.

Empresa pode garantir valores menores dos videogames no Brasil

O vice-presidente da linha PlayStation da empresa na América Latina, Mark Stanley, afirmou na última semana que se a fábrica for mesmo instalada na Zona Franca, isto seria um grande passo para que sejam reduzidos os exorbitantes preços cobrados em videogames no Brasil e que a Sony, mesmo sem ter novidades sobre isso, continua a analisar esta possibilidade.

A Sony informou, que por enquanto não tem previsão para que o Playstation 3 seja produzido no local.

Concorrente produz o Xbox 360 na Zona Franca

No mês de novembro de 2011, a empresa Microsoft anunciou que começaria a produzir o videogame Xbox 360, concorrente direto do PlayStation 3 na Zona Franca de Manaus. O console é produzido em regime terceirizado pela empresa Flextronics.

No período era esperado, que por ser produzido no Brasil, o valor do console para o cliente fosse reduzido em até 40%.