Publicado em: quarta-feira, 05/11/2014

Pesquisa demonstra que miséria no país parou de apresentar queda

Pesquisa demonstra que miséria no país parou de apresentar queda  Sem despertar grandes atenções o governo da presidente Dilma Rousseff já realizou uma pesquisa e os números demostram que o processo de queda da miséria no país parou de cair, de acordo com os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que tem ligação com o Palácio do Planalto, a taxa de indigentes do país teve crescimento de 10.08 milhões no ano de 2012 e aumentou para 10.45 milhões no ano passado.

O aumento registrado não é muito expressivo, já que houve um crescimento de 3.7%, porém é o primeiro registro desde os 10% apurados no ano de 2003, o fato de a taxa de miséria ter sofrido queda nos anos seguidos é um dos resultados que mais são mencionados e é também o principal motivo de orgulho do PT, o enfraquecimento da economia pode significar uma ameaça que pode comprometer essa queda apesar do crescimento dos programas sociais.

Esses dados ainda não foram divulgados de maneira oficial, mas estão disponíveis no banco de dados do Ipea, o chamado Ipeadata, a atualização com esses novos dados foi disponibilizada no sistema no dia 30 de outubro e o governo vem ocultando a divulgação desses dados desde a realização das eleições.

Segundo informações repassadas pelo Instituto, os dados referentes a esta pesquisa não foram divulgados, por conta da legislação eleitoral, porém não foram encontrados ainda motivos pelos quais o instituto não poderia divulgar esses dados mesmo estes sendo favoráveis, dias depois do término do 2º turno das eleições, o fato da divulgação dessas informações terem sido colocadas em segundo plano originou uma crise no interior do Ipea, já que o diretor da área de estudos em políticas sociais colocou o seu cargo à disposição.

Com base nos números do Ipeadata, os intitulados de miseráveis são aqueles que não possuem renda para compra de uma cesta mínima de alimentos, de acordo com os valores dispostos em cada região, para que a pesquisa fique completa ainda falta o cálculo de extrema pobreza, que tem como embasamento o valor de R$ 77 reais mensais por indivíduo oferecidos pelo bolsa família.