Publicado em: terça-feira, 10/12/2013

Pesquisa constata danos nas vistas em frentistas de postos de combustível

Pesquisa constata danos nas vistas em frentistas de postos de combustívelOs frentistas de postos de gasolina podem estar com a vista em perigo pela exibição aos solventes viventes na gasolina. Uma análise da Universidade de São Paulo (USP) advertiu estragos visuais expressivas, especialmente pautadas à disposição de distinção de tonalidades em uma equipe de 25 trabalhadores. Eles foram aferidos através de um novo procedimento suficiente para constatar danos que passam imperceptíveis em análises oftalmológicas padronizados.

O levantamento foi efetuado no campo de um Projeto Temático ordenado pela professora Dora Selma Fix Ventura, do Instituto de Psicologia da USP.

Os exames ainda foram aproveitados em doentes que passaram exposição ao mercúrio e em mensageiros de moléstias como diabetes, glaucoma, Parkinson, neuropatia óptica hereditária de Leber, doença genética que habitua originar perda brusca de visão, entre outras.

A análise com o bando de frentistas da capital foi concretizada no decorrer do mestrado de Thiago Leiros Costa, bolsista da FAPESP, e os efeitos foram noticiados no magazine PLoS One.

O documento salienta que os trabalhadores têm relação cotidiana com solventes da gasolina, como benzeno, tolueno entre outros, e não existe uma influência normativa enérgica. Existem estudos que constituem limites de garantia para a apresentação a solventes, mas de forma isolada. Não há parâmetros de segurança para a exposição à combinação de conteúdos presentes no combustível e praticamente nenhuma pessoa faz utilização de aparelhamentos de amparo individual, conforme detalhado por Costa.

Os espontâneos advieram por testes oftalmológicos que rejeitaram qualquer modificação estrutural na córnea, no profundo do globo ocular. Apesar disso, o comportamento dos frentistas nos exames psicofísicos foi expressivamente abaixo quando checado ao do grupo controle. A suposição dos cientistas é que o conflito na visão seja consequência do estrago neurológico ocasionado pelos conteúdos tóxicos do combustível, aspiradas, sobretudo pelas mucosas dos lábios e do nariz.

Em quatro dos profissionais avaliados, a lesão de sensibilidade para tonalidades foi tão expressiva que os estudiosos careceram fazer uma análise genética para rejeitar a probabilidade de daltonismo inato.

O pesquisador lançou ainda outras classes de trabalhadores que podem passar danos visuais pela exibição crônica a solventes orgânicos, como empregados da ocupação gráfica e de tintas.