Pastor Wladimir Furtado, dono da Conectur, pede doações para pagar fiança

O pastor Wladimir Furtado, dono da empresa Conectur, que é uma das instituições investigadas pelos desvios de verbas do Ministério do Turismo, pode ser preso novamente a qualquer momento. Ele falou na manhã desta segunda-feira (15) que não tem o dinheiro para cobrir o cheque calção que deu para pagar a fiança de R$ 109 mil para ser libertado na madrugada do último sábado (13).

A fiança equivale ao valor de 20 salários mínimos, para conseguir pagar o valor o pastor em entrevista a uma rádio e a uma TV local do Amapá pediu para que os fiéis de sua igreja fizessem doações entre cem e mil reais, que deveriam ser depositados na conta da mulher dele, pois o cheque feito para pagar a fiança pertencia a dela.

Wladimir Furtado ainda disse que os doadores deveriam guardar o comprovante da doação que os pastores devolveriam o valor, ele falou ainda que amava o morar no Amapá e que em dez anos de mandato na prefeitura de Ferreira Gomes nunca haviam sido presos. Segundo o advogado de Wladimir, o cheque da mulher do pastor não tem fundos e que se não conseguirem as doações, ele irá se apresentar espontaneamente à Justiça Federal, podendo ser preso novamente. O pastor tem até hoje para pagar quitar o valor referente à fiança em qualquer banco do estado.

A Conectur está sendo investigadas pelo desvio de R$ 4 milhões do Ministério do Turismo. Em 2008 ela recebeu R$ 2,5 milhões para fazer um levantamento do potencial turístico do Amapá.

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