Publicado em: quarta-feira, 09/04/2014

Operários que trabalham na obra do PAC estão esperando por pagamento há 4 meses, em AP

Operários que trabalham na obra do PAC estão esperando por pagamento há 4 meses, em APFuncionários que trabalham na construção do Conjunto Habitacional do bairro Congós, na Zona Sul de Macapá, estão com seus salários atrasados desde janeiro, essa informação foi divulgada pelo governo do estado, no qual negou a paralisação da obra que começou em 2011 por meio de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O conjunto tem por objetivo a construção de 397 unidades habitacionais, sendo 320 apartamentos e 77 casas. O mestre de obras Antônio Ferreira, mas conta que, não há mais alternativas para garantir o sustento da família: “Todos os dias estamos aqui para recebermos nossos pagamentos, mas nunca chega nada. A empresa contratada fala uma coisa e o governo, outra”, diz o representante.

De acordo com o coordenador de habitação da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), Lúcio Lobato, a empresa que foi contratada para realizar a obra, precisou demitir 26 funcionários e conta ainda que, o atraso nos vencimentos tem ligação com as dificuldades que são enfrentadas pela construtora para que seja feito o pagamento dos direitos trabalhistas aos funcionários assim como é por lei. Ele ainda diz que, a previsão é que até o dia 30 de maio, sejam entregues 112 apartamentos. No momento, há três canteiros de obras, o primeiro está com quase cem por cento concluído, porque o trabalho é mais intenso lá do que em outros lugares. Já os outros canteiros, estão em andamento. A expectativa é que até 2015, todo o conjunto está finalizado.

Projeto

Foi a partir de um parceria entre o governo do Amapá e o governo federal, que o conjunto habitacional do Congós começou a ser construído. Para as obras, foram disponibilizados R$ 19,4 milhões pelo Ministério das Cidades, e do governo do estado, foram recebidos R$ 5 milhões. De acordo com o planejamento, as obras deveriam ter começado em 2008, entretanto, em razão de duas licitações anuladas, o processo foi adiado.