Publicado em: quinta-feira, 09/01/2014

O polêmico aplicativo Lulu agora só permite avaliação mediante permissão dos homens

O polêmico aplicativo Lulu agora só permite avaliação mediante permissão dos homensO aplicativo, que foi criado pela empresária Alexandra Chong e restrito somente a mulheres, deixou muitos homens incomodados com as hashtags e notas que os classificavam de acordo com seu comportamento. Dessa forma todos os homens da lista de amigos da usuária poderiam ser avaliados sem aprovação prévia.

Desde 16 de dezembro, aqui no Brasil, mais de 500 mil homens já se cadastraram espontaneamente. Em segundo lugar está os Estados Unidos que não foi divulgado os números.

Este novo recurso é experimental e funcionará somente na web e os homens continuarão não podendo ver suas notas nos aplicativos que são disponibilizados para IOS e Andróide.

Para Deborah Singer, diretora de marketing mundial do serviço, “Estamos fazendo isso porque decidimos que só queremos ‘bons partidos’ no Lulu, ou seja, caras que são abertos a feedback e que querem ser vistos por milhões de garotas”. Para ela essa novidade passa a ser um uma espécie de presente para os homens brasileiros, pois a nota média no aplicativo é de 7,8, maior que a mundial, que é de 7,5.

A vingança masculina

Pouco depois do lançamento do Lulu dois paulistas anunciaram a criação do “Tubby”, que prometia a avaliação por parte deles. Em seguia a polêmica, divulgaram que o app era falso e que a dupla teve essa idéia para, “conscientizar as pessoas dos limites de exposição da intimidade e dos riscos da violação da intimidade”.

Mas outra equipe de desenvolvedores não estavam de brincadeira e lançaram o “Clube do Bolinha” na Google Play (loja que disponibiliza apps para o sistema Andróide). O aplicativo coleta as informações do Facebook, permite que as mulheres tirem seus perfis do aplicativo e está disponível gratuitamente na loja.