Publicado em: terça-feira, 21/01/2014

O açúcar nem sempre é o vilão nas dietas

O açúcar nem sempre é o vilãoSegundo o site The Guardian, especialistas em obesidade estão colocando pressão no governo britânico para que o açúcar seja reduzido nas bebidas e alimentos em cerca de 30%. A grande esperança é que com o corte os alimentos em pratos prontos como cereais, refrigerantes, doces não sejam notados pelos consumidores, mas tendem a uma solução para diminuição das calorias que são consumidas.

Para a redução de doenças como diabetes cerca de 20 a 30% de açúcar a menos pode diminuir a epidemia da obesidade. Isso pode ser calculado em 100 calorias diariamente consumidas, sendo considerado um número alto para quem consome.

Várias campanhas foram lançadas com o objetivo da redução do açúcar, mas a CASH (Consensus Action on Salt And Heath) teve uma grande proeza com o objetivo da redução de sal no alimento. Para o professor Graham Mac Gregor, os produtos que são vendidos no supermercado, na maioria, tiveram uma redução, cerca de 25 a 40%.

Kellogg’s, um cereal que é bem consumido, teve uma redução de 60% a menos de sal. Para a indústria, porém, o açúcar é encarado como carboidrato e tem que ser consumido diariamente, mas o que tem que ser cortado são as calorias e não o açúcar, pois ele faz parte da alimentação, sendo consumido de forma equilibrada não é a principal causa do distúrbio do peso corpóreo.

Mas há quem discorde. Aseem Malhotra, diretor científico e cardiologista, indica estudos que fazem a associação do diabetes com o excesso de doces, seja em pessoas magras ou gordas. Segundo ele o corpo não precisa de açúcar porque não tem valor nutricional.

Hoje em dia 38 empresas estão envolvidas nesse acordo, que o açúcar possa fazer parte da dieta, mas a redução de calorias deve ser levada em conta. A Coca Cola é uma empresa que vem diminuindo as calorias em cerca de 30%.