Navios japoneses seguem para caça de baleias na Antártica

Navios japoneses seguem para caça de baleias na AntárticaApesar de muitas advertências da organização ecológica Sea sheperd uma grande frota de navios baleeiros zarpou do Japão com objetivo de caçar baleias na Antártica. Trata-se da pesca anual praticada pelo Japão, quando milhares de baleias são abatidas.

O diretor do Greenpeace no Japão, Kunichi Sato, afirmou que o navio fábrica Nisshin Maru sai da ilha de Innoshima, na sexta-feira (28). Já a agência de noticias de Kyodo declarou que foram três navios baleeiros zarpando do porto de Shimonoseki, que também fica na região oeste do Japão.

Os navios devem se encontrar em alto mar. A informação sobre a saída dos barcos de pesca japoneses não foi confirmada pela Agência de Pesca japonesa. Segundo a agência os dados e as datas não são divulgados por motivos de segurança.

A agência já havia declarado em comunicado anterior que a meta da frota é de conseguir pescar ao menos 935 rorquais-anãs e 50 rorquais comuns até o mês de março. Já há manifestantes, que são contrários a essa pratica cruel da caça das baleias, há espera desses navios em alto mar.

São manifestante da organização Sea Sheperd, que fica nos Estados Unidos. Eles aguardam a frota japonesa com o intuito de impedir a caça das baleias. Essa é a nona vez que a organização envia barcos para a região. São quatro barcos, um helicóptero e três aviões não tripulados, além de uma centena de pessoas na luta contra a matança de baleias.

Um tribunal norte americano ordenou há duas semanas atrás que a Sea Shepperd não deve se aproximar de nenhum modo a menos de 500 metros dos navios japoneses, quando estiverem em alto mar. A cautela é para que os manifestantes não se machuquem se aproximando dos baleeiros.

A ONG, no entanto deverá continuar com suas ações para proteger o santuário de baleias que fica nos mares do Sul. Todos os países que são contrários à matança de baleias já convocaram militantes e ecologistas para protestarem de forma pacifica contra os navios. Em caso de atividade ilegal EUA, Nova Zelândia, Austrália e Holanda já declararam que farão cumprir a lei.

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