Publicado em: segunda-feira, 07/05/2012

Muricy Ramalho descarta ‘clima de guerra’ na Libertadores

O técnico Muricy Ramalho, do Santos, preferiu adotar um discurso mais conciliador para o jogo decisivo contra o Bolívar, da Bolívia, na quarta-feira (09), pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América, na Vila Belmiro.

Para o jogo de volta, o treinador santista afirma que é preciso esquecer o ‘clima de guerra’ comumente adotado na competição continental, e seus jogadores devem se focar somente ‘em jogar futebol’ e com vontade de vencer.

O técnico do Santos estendeu o apelo para os torcedores, afirmando que o apoio deve vir das arquibancadas, mas sem qualquer tipo de pressão, violência ou algo do gênero. Antes, logo após a partida de ida, em La Paz, Muricy havia afirmado que os santistas deveriam retribuir a ‘pressão’ na Vila Belmiro.

No jogo de ida, técnico, jogadores e dirigentes do Santos reclamaram do comportamento dos bolivianos, reclamando da violência dentro de campo e da torcida, alegando que objetos (entre eles, segundo a direção santista, uma banana) haviam sido atirados em campo.