Publicado em: quinta-feira, 28/11/2013

Motoristas de caminhão e ônibus serão forçados a realizar teste antidrogas

Motoristas de caminhão e ônibus serão forçados a realizar teste antidrogasCondutores profissionais das categorias C, D e E, que dirigem caminhões e ônibus, deverão que fazer análise toxicológica de extensa constatação, apropriada para mostrar a utilização de conteúdos psicoativas, como cocaína e maconha. O teste será imprescindível para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), alteração de categoria e aquisição da inicial habilitação em uma dessas classes. A normalização do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o tópico foi noticiada na edição no Diário Oficial da União. O conceito entra em vigênia no início do ano de 2014 e terá terá consequência legal a partir do segundo semestre de 2014.

Conforme Roberto Craveiro, coordenador-geral de Informatização e Estatística do Contran, a meta é assegurar mais segurança no tráfico de carros. Ele ressaltou que análises realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que as fundamentais acontecimentos de acidente abrangendo conduções de grande porte advêm no período noturno e com motoristas acusados de terem bebido álcool ou outras substâncias ilícitas, entre elas maconha, benzedrinas, cocaína entre outras. Segundo o Ministério das Cidades, um número superior a43 mil pessoas falecem por ano em acidentes de trânsito no país.

Ele esclareceu que a assimilação da droga não caracteriza solitariamente o uso ilegítimo ou vinculação e o clínico é o responsável pela ponderação final dos elementos. Craveiro destacou que usuário de remédios com conteúdos que possam ser constatadas no exame, entretanto, terão os direitos resguardados, bastando expor a determinação médica. A análise toxicológica de grande constatação aponta a utilização de substâncias químicas em uma temporada de 90 dias e pode ser realizado através de fio de cabelo ou pelas unhas.

O teste terá o valor de R$ 270 a R$ 290 e deverá ser liquidado pelo motorista, porém em determinados casos as companhias de transporte têm projetos que predizem o pagamento do custo. A implicação deverá ser exposta a cada cinco anos. Segundo o Contran, o Brasil tem em média sete corporações provedoras dessa tecnologia e vasta rede de ambulatórios de análises clínicas.