Publicado em: quinta-feira, 24/04/2014

Morte de dançarino Douglas permanece sobre investigação no Rio de Janeiro

Morte de dançarino Douglas permanece sobre investigação no Rio de JaneiroA morte do jovem dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, que era conhecido como “DG”, revoltou a todos no Rio de Janeiro, a notícia ganhou notoriedade e as autoridades estão empenhadas em desvendar o que aconteceu nos momentos que antecederam a morte do rapaz.

O menino era dançarino e integrava o elenco de dançarinos de um programa semanal em uma emissora de televisão muito foi doto a respeito do garoto, mas por enquanto a polícia se pronuncia e diz que o caso está sendo investigado e que assim que ficarem prontos os laudos revelando quais as causas que levaram Douglas a morte eles darão novas e mais condizentes informações.

Essa atitude está sendo tomada já que foi dito que Douglas teria morrido após pular de uma laje e errar o cálculo, essa queda segundo informações teria ocasionado a morte do rapaz, que foi localizado na comunidade Pavão pavãozinho no Rio de Janeiro, outro ponto que causa estranheza é o fato que foi levantado pela mãe do rapaz que esteve no local dos acontecimentos e declarou que ao chegar lá foi informado que Douglas havia sido encontrado sem seus documentos, porém ao chegar na delegacia foi entregue a ela todos os documentos encontrados com Douglas.

De acordo com informações divulgadas o laudo preliminar do cadáver de Douglas diz que o rapaz teve uma perfuração feita por bala e que o ferimento ocasionado no dançarino o levou a morte, resta agora saber quais as causas reais em que o jovem foi atingido por esse disparo e de que armamento o projétil foi disparado.

O próximo passo da investigação será o aguardar os laudos que geralmente demoram até trinta dias para estarem prontos e também convocar pessoas da comunidade para prestar depoimento, para apurar a atuação da polícia nesse caso, os policiais que participaram de uma ação na comunidade, que pode ter ocasionado a morte de Douglas, permanecem sendo investigados, oito deles já prestaram depoimento.