Publicado em: sexta-feira, 13/02/2015

Ministério alerta para imunização contra febre amarela

O Ministério da Saúde vem reforçando a importância da imunização dos brasileiros contra a febre amarela, como forma de combate à doença. Tudo vem acontecendo por conta de uma notificação em Alto Paraíso, no interior de Goiás, de um caso de febre amarela. A dose dessa vacina integra o Calendário Nacional de Vacinação e precisa ser dada quando o bebê completa nove meses, além de realizado um reforço quando a criança chega aos quatro anos de idade.

No caso dos adultos, a indicação do Ministério da Saúde é que a vacina seja adotada como prevenção da doença para pessoas que moram ou estão indo visitar as áreas onde o risco é grande e existe uma forte recomendação pela imunização. Quem nunca recebeu essa dose da vacina e pretende viajar para uma área de risco, precisa tomar o cuidado de tomar a vacina com pelo menos dez dias de antecedência. Se a vacina foi tomada apenas numa única dose há mais de dez anos, é importante realizar agora um reforço.Ministério alerta para imunização contra febre amarela

O governo ainda vem orientando a população, especialmente aquelas que irão realizar viagens para áreas de risco e não foram vacinadas com os dez dias de antecedência, que evitem o acesso a áreas silvestres. Se for necessário o deslocamento para esses locais, o Ministério da Saúde recomenda que as áreas do corpo expostas sejam protegidas completamente por roupas, especialmente os membros superiores e inferiores. O uso de repelentes é também uma boa alternativa. O ministério informou que o caso da doença que foi registrado em Goiás vem sendo tratado como uma situação isolada de um estrangeiro passou pelo estado com destino ao Rio de Janeiro.

O paciente já foi diagnosticado e tratado no Rio de Janeiro e já recebeu alta. A febre amarela é uma doença altamente infecciosa, que acaba sendo causada pela picada do mosquito transmissor. A doença ocorre no Brasil esporadicamente, tendo sido registrados apenas algumas casos isolados já nas áreas que são consideradas endêmicas, especialmente no Centro Oeste e na região amazônica. O Ministério da Saúde defende que a vacinação é o principal instrumento de prevenção da doença.