Publicado em: sábado, 30/11/2013

Média de três horas por dia é o tempo que brasileiros jogam no celular

Média de três horas por dia é o tempo que brasileiros jogam no celularOs smartphones ocasionaram uma revolução ao comércio de jogos e podem ser analisados como um dos âmbitos mais prósperos para os desenvolvedores do país. Já não é sem tempo, os brasileiros incidem em torno duas horas e quarenta minutos diários brincando no painel de seu aparelho de celular, de acordo com levantamento realizado pelos games Sioux.

Os jogos são a terceira movimentação mais concretizada nos celulares, detrás somente das ligações e do ingresso às redes sociais. A pesquisa almeja mapear o perfil das pessoas que utilizam o smartphone como base de jogo. Os elementos despontam que 85% dos estudados usam o PC, porém o sistema mobile é o segunda forma mais buscado pelos jogadores, completando cerca de 75% dos analisados. À medida que, 66% não escusam os consoles e apenas 31% brincam no tablets. O estudo foi efetivado em união com a ESPM e Blend New Research.

O CEO da Sioux, Guilherme Camargo, assegura que a pesquisa nasceu de uma obrigação de distinguir mais perfeitamente os gamers brasileiros.

Sem contar que além de popularizar a fabricação dos games eletrônicos, os smartphones ainda alcançaram atenção das mulheres para o planeta dos games, conforme afirmou Camargo. O diretor assinala que jogos eventuais permaneceram uma técnica iniciada por determinados princípios dos consoles e são amplos culpados pela democratização do movimento entre o público feminino.

Outras informações mostradas no estudo é que existem discernimentos distintos entre homens e mulheres sobre os games. As garotas avaliam títulos como Candy Crush, por exemplo, como jogos de táticas. O estilo, até mesmo, é um dos preferidos pelas moças, acompanhado de games de ação e aventura.

A análise foi concretizada em 24 estados brasileiros na temporada de dois meses e mostrou São Paulo como a condutora da classificação nos estados que mais brincam de games no telefone com 34%, depois vem o Rio de Janeiro e Minas Gerais com 11% e 9%, respectivamente.