Publicado em: terça-feira, 02/08/2011

Leão Ariel que sofria de doença degenerativa foi velado em São Bernardo

Leão Ariel que vivia em São Bernardo do Campo foi velado e seu corpo cremado no domingo (31). O animal, que tinha apenas três anos, morreu no último dia 27 de parada cardiorrespiratória devido à doença auto-imune e degenerativa que era portador. Compareceram a cerimônia os primeiros donos do leão, Ary Marcos Borges e sua mulher Raquel Ferreira Borges, que foram acompanhados também das três filhas do casal. A família veio diretamente de Maringá, no Paraná, onde residem.

Além da família, cerca de 100 pessoas também estavam presentes durante o cerimonial. O leão estava em São Paulo a pouco mais de um mês e vivia na casa da veterinária Lívia Pereira Teixeira, que prestava cuidados médicos ao bicho. Em sua casa foi montado um pequeno hospital para que o leão fosse tratado. A veterinária cuidava voluntariamente do leão, e chegou a passar alguns meses em Maringá para prestar cuidados ao bicho.

A doença vinha progredindo cada vez mais rápido nos dias anteriores a sua morte Ariel ainda passou por um tratamento chamado plasmaférese, que consiste em filtrar todo o sangue do indivíduo.

Os primeiros sintomas da doença em Ariel começaram a surgir logo após seu aniversário de dois anos, quando caiu e passou a mancar, com o tempo devido a doença degenerativa o leão perdeu todos os movimentos das patas traseiras, Ariel ainda passou por uma cirurgia em São Paulo para recuperar os movimentos. Mas, depois do procedimento ele só piorou e acabou perdendo todos os movimentos das patas.