Publicado em: terça-feira, 24/04/2012

Lâmpada que dura 20 anos é lançada nos EUA

Começou a ser vendida nos Estados Unidos, esta semana, uma lâmpada que pode durar 20 anos e custando US$ 60 (aproximadamente R$ 110). Uma multinacional da Philips é a responsável pela fabricação do produto, substituindo os filamentos habituais por LED, em português, significam os diodos emissores de luz.

Essa tecnologia de diodos é o que consegue aumentar o tempo útil das lâmpadas, entretanto, o uso do material encarece o valor do produto. Na tentativa de minimizar o valor, a Philips está oferecendo em algumas lojas descontos especiais, para popularizar as novas lâmpadas.

Com o valor do desconto em algumas das lojas, o produto pode chegar a custar até R$ 35,00. O que os fabricantes alegam é que mesmo com o custo alto no momento da compra, o uso contínuo da lâmpada pode, a longo prazo, trazer muita economia. Isso porque o material necessita de bem menos energia elétrica para funcionar.

Eficiência

Numa competição conhecida como “Amanhã Brilhante” (Bright Tomorrow, no original), uma promoção do ministério de Energia dos Estados Unidos, o foco é encontrar alternativas mais eficientes que o uso da lâmpada comum, de 60 watts. A nova lâmpada venceu a competição Bright Tomorrow.

Na competição promovida pelo ministério de Energia, a Philips foi a única empresa participante. Até conseguir alcançar o título de vencedora, a empresa precisou passar por 18 meses de teste. Já existe uma versão de lâmpada de LED mais barata e menos eficiente nos mercados dos Estados Unidos e da Europa, também produzida pela Philips.

As lâmpadas fluorescentes são as principais concorrentes dos produtos de LED, já que possuem quase a mesma eficiência e custam muito barato. A compra de lâmpadas mais eficientes tem sido incentivada pelo governo de diversos países, acabando com a produção do produto tradicional, a incandescente, que apresenta filamentos e grande consumo de energia.

Nos Estados Unidos e na Europa, as lâmpadas de 100 watts já não são mais produzidas. Enquanto que as de 60 não estão mais a venda na Europa e vem sendo abandonadas nos EUA. É uma meta do governo americano conseguir proibir a produção de lâmpadas de 40 watts até 2014.