Publicado em: sábado, 01/09/2012

Kaká continua no Real Madrid

Kaká continua no Real MadridA novela sobre o destino do jogador Kaká teve um fim nesta sexta-feira 31 de agosto, às 19 horas, momento em que as janelas de transferências para os jogadores que atuam no mercado da Europa foram fechadas. O Real Madrid, que é o atual clube de Kaká, não se interessou por nenhuma das propostas que recebeu pelo jogador e por isso o atleta brasileiro deve continuar na equipe espanhola. No entanto, a previsão é de que o meia continue sem jogar no seu atual time.

Como não faz parte dos atletas preferidos pelo técnico do Real Madrid, José Mourinho, o brasileiro terá que lutar até para ficar entre os atletas relacionados para o banco de reservas do time espanhol. Isso porque a temporada europeia de futebol começou a pouco tempo e nas últimas três partidas do Real Madrid, o brasileiro não foi sequer relacionado para enfrentar os adversários.

A situação do meia brasileiro ficou pior depois que o técnico José Mourinho pediu para que o croata Luka Modric, que jogava pelo Tottenham, fosse contratado. Desde que o novo jogador chegou ao time, Kaká perdeu de vez o espaço que teria na equipe.

Diversos times fizeram propostas para ficar com Kaká. No entanto, o Real Madrid não aceitou nenhuma delas. O Milan, ex-clube de Kaká, e o Manchester United revelaram ter interesse pelo jogador brasileiro. No entanto, eles queriam ter Kaká por meio de empréstimo, e o clube espanhol disse que só aceitaria vender o brasileiro. Como o Real Madrid comprou Kaká pelo valor de 65 milhões de euros no ano de 2009, agora ele quer vender o atleta por pelo menos 25 milhões de euros.

Mesmo não querendo Kaká no seu time, Mourinho também não queria que o meia brasileiro entrasse como reforço em outra equipe que poderia ser seu adversário direto na briga pelo título da Copa dos Campeões, o que também acabou dificultando uma possível negociação do atleta. Mourinhos queria que o brasileiro fosse negociado para um time dos Estados Unidos, o que rendeu ao técnico a acusação de que ele queria o brasileiro no ‘terceiro mundo do futebol’.