Publicado em: segunda-feira, 10/06/2013

Juvenal Juvêncio sofre pressão da diretoria para demitir técnico Ney Franco

Juvenal Juvêncio sofre pressão da diretoria para demitir técnico Ney FrancoO técnico Ney Franco sofre muita rejeição dentro da equipe do São Paulo, e caso a permanência dele estive atrelada com uma votação dos diretores e de conselheiros, o treinador já não estaria mais comandando a equipe. Porém Ney Franco conta para o seu lado com o homem forte do futebol da equipe são paulina, Adalberto Baptista.

O Presidente da equipe Juvenal Juvêncio chegou a bancar publicamente a permanência do técnico há um período pouco menor do que um mês. Porém o presidente não conta com 100% da confiança no trabalho que o treinador tem desenvolvido. Durante a noite de 10 de maio, quando chegou a afastar sete atletas, Juvenal esteve jantando com muitos diretores e ouviu críticas deles.

O presidente chegou a ser questionado de qual era motivo de por a culpa nos atletas que não estavam jogando com certa frequência, e não no técnico que não os escalava. De maneira diferente do que ele próprio havia afirmado para a imprensa, Juvenal havia deixado claro que o técnico Ney Franco não iria ter uma vida longa se os resultados e o futebol que fosse apresentado não se alterassem.

Com as recentes mudanças de técnicos na equipe, o presidente tem segurado Ney Franco o tempo que pode, inclusive o técnico Emerson Leão demorou para que fosse demitido durante o ano passado. O diretor Adalberto Baptista é o que defende com maior intensidade a necessidade da continuidade e dá declarações de que o técnico deverá ficar até o final da temporada.

Juvenal tem ouvido o diretor de futebol, porém o barulho causado em favor de uma demissão está maior. Quem está querendo que Ney Franco fique fora da equipe Tricolor tem se aproveitado da incerteza que o presidente tem para fazer pressão e aguardar uma decisão que venha de cima para baixo.

As críticas que ocorrem com Ney Franco ocorrem desde as escalações e substituições até certas escolhas, como a exigir que o volante Fabrício fosse afastado. Um exemplo foi o fato de que Rodrigo Caio jogou contra o Goias tanto como volante, lateral-direito e ainda na lateral-esquerda.