Publicado em: terça-feira, 11/06/2013

Joana Fomm superou o câncer e quer retornar ao trabalho

Joana Fomm superou o câncer e quer retornar ao trabalhoA atriz sofreu com um tumor maligno na mama. Além disso, veio a descoberta de uma enfermidade do sistema nervoso que afetas os movimentos habituais do corpo, conhecida por disautonomia. Joana Fomm tem 73 anos de idade e recebeu o diagnóstico do câncer no ano de 2007. Depois disso, viu-se longe do seu trabalho na televisão. Ela passou por cinco procedimentos cirúrgicos para amenizar os resultados da mastectomia, quando a mama é totalmente retirada.
Joana declara que a disautonomia é mais difícil de enfrentar do que o câncer. Isso porque trata-se de uma doença sem cura. Os sintomas apareceram quando ela percebeu que estava sem forças. Joana ia à praia, era derrubada pelas ondas e permanecia na areia porque não conseguia se levantar sozinha. Os músculos sem força não a sustentava o tempo todo.
Por isso, ela gravou a série “As Cariocas” sentada. As cenas foram ao ar em 2010 sob a direção de Daniel Filho. Atualmente, Joana está curada do câncer e mantém a disautonomia sob controle. A atriz só pensa em voltar à rotina das gravações, já que passa os dias em seu apartamento, localizado na zona sul da capital carioca. Joana mora com o filho único, Gabriel, que é músico. Ela tem também a companhia do gato chamado carinhosamente de Tom Jobim.

A atriz está prestes a lançar um livro de poesias. Joana publicava seus escritos em sua página do Facebook, até que um dia foi convidada a elaborar um livro com eles. Ela interpretou várias vilãs nas novelas da Rede Globo como Yolanda Pratini, da trama “Dancin’ Days”, e Perpétua, da obra “Tieta”. As saudades de Joana se resumem aos trabalhos nas telinhas. Ela gosta bastante de novela e mais ainda daquelas que são inteligentes.

Joana afirma que faz tempo que está apta para o trabalho, mas ainda não recebeu novos convites. O contrato com a Rede Globo está para vencer. Ficar tanto tempo sem trabalhar assusta a atriz porque é a forma que tem de sobreviver. Para controlar a disautonomia, ela recorre a medicamentos que terá que tomar pela vida toda. Joana conta que precisar namorar mais, já que não sente desejo de fazer algo muito aventureiro. Ela gosta de ter os pés no chão.