Publicado em: segunda-feira, 30/12/2013

IOF elevado para turistas deve instigar utilização de dinheiro em espécie no ano que vem

IOF elevado para turistas deve instigar utilização de dinheiro em espécie no ano que vemO acréscimo do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos custos no exterior com cartões de débito e pré-pagos, cheque de viagem e retiradas em cédula estrangeira incidiu o turista brasileiro com raras opções para fugir do imposto. Na sexta-feira, o governo alçou o IOF de 0,38% para 6,38% e nivelou essas modalidades de liquidações à alíquota do cartão de crédito.

Para conhecedores, a ação deve incitar a utilização do dinheiro em vivo. André Massaro, consultor financeiro afirmou que o turista está principiando a ser cercado. O cartão de débito, um dos escassos instrumentos que era proveitoso, não apresenta mais muito significado, segundo ele, o brasileiro pende a adquirir dinheiro em espécie, que não é algo muito positivo.

Com dinheiro em espécie, o passeio propende a permanecer mais burocrático. O viajador terá de estar alerta às regras de cada país quanto à entrada de dinheiro em espécie e intensificar a precaução com a segurança. No episódio brasileiro, o turista deve confessar para a Receita Federal toda vez que sair ou entrar no País com quantidade superior a R$ 10 mil em dinheiro, tanto em nota nacional como estrangeira.

Conforme informações do Banco Central, no mês passado os brasileiros consumiram no exterior US$ 1,874 bilhão em passeios internacionais, o preço mais elevado da vida para o mês. No aglomerado de 2013, as despesas fora do País adicionaram US$ 23,125 bilhões, superior aos US$ 20,244 bilhões constatados nos onze meses do ano passado.

Embora o cartão pré-pago ter sido prejudicado em relação aos benefícios tributários o instrutor financeiro ainda o aprecia a alternativa mais adaptada para os turistas. Nessa forma de pagamento, o turista tem mais domínio sobre o quão pode consumir na viagem.