Publicado em: sexta-feira, 07/06/2013

Grupo de manifestantes vandaliza região central de São Paulo

Grupo de manifestantes vandaliza região central de São PauloGrupos de participantes de manifestação deixaram traços de vandalismo em toda a região central da capital paulista, na noite de quinta-feira, dia 6 de junho.

A famosa avenida Paulista da capital de São Paulo ficou paralisada durante cerca de duas horas por uma manifestação pública.

O protesto que aconteceu é em oposição ao aumento das tarifas dos transportes públicos da cidade, como ônibus, metros e trens da cidade de São Paulo. O protesto aconteceu as 21h30.

A avenida Nove de Julho após a passagem de um grupo que estava presente neste manifesto ficou com diversos locais pichados, como os pontos de ônibus e muros.

Na própria paulista objetos foram queimados, vidros de metros quebrados, pichações, inclusive no chão da avenida e bancas de jornais. Os responsáveis pelas lojas fecharam os estabelecimentos para evitar perdas em arrastão e vandalismo.

Manifestantes e policiais militares entraram em confronto. De acordo com declarações da policia o grupo estava exagerando e chegaram a invadir e depredar o Terminal Bandeira e suas placas de sinalização.

Enquanto isso, segurando uma barra de ferro na mão um funcionário de bar disse que lá eles não entrariam. Para ele a polícia militar não fazia nada e deveria descer a borracha em manifestantes.

De acordo com organizadores do protesto, cerca de 30 pessoas ficaram feridas em confronto. A PM usou tiros de bala de borracha e também gás lacrimogênio, o que teria sido o estupim da correria. Os organizadores apontam que ao menos 30 pessoas ficaram feridas.

A manifestação foi organizada pelo grupo Movimento Passe Livre, o protesto usou faixas e tambores. Nas faixas o protesto atingia o atual prefeito da cidade, Fernando Haddad do Partido Trabalhista (PT).

Grupos carregavam bandeiras do Partido da Causa Operária (PCO). O tema do protesto era: “mãos para o alto, R$ 3,20 é um assalto”.