Publicado em: quarta-feira, 22/01/2014

Governo traça metas para reduzir benefícios junto a Previdência Social

Governo traça metas junto a Previdência SocialNo ano passado o aumento nas contas da Previdência Social cresceu de forma bem enérgica, segundo dados do Estado. Chegando a um déficit de R$49,9 bilhões no ano passado, sem comparações com o ano anterior em que ficou totalmente negativa R$42,3 bilhões.

Por uma decisão judicial de aproximadamente R$3 bilhões acumulados em anos anteriores tiveram peso no rombo. Teve peso também os auxílios-doença que tiveram que serem recalculados, os reajustes que foram acima da inflação e os aposentados por invalidez que tiveram os benefícios menos de 18 contribuições.
As despesas chegaram a R$65,4 bilhões o ano passado com invalidez e auxílios doença. Agora estão tentando reduzir os auxílios que tem uma duração mais longa, pois a despesa hoje em dia soma em R$7 bilhões por ano.

Será incorporado agora um plano de Reabilitação Integral, assim quem se beneficia terá que fazer uma reabilitação profissional e física juntas com avaliação de dois em dois anos.
Ao todo são 18 por cento de benefícios concedidos por invalidez ao ano. O governo quer chegar baixar para 10 por cento, pois a situação é considerada não muito boa nesse setor. Um exemplo é a Grécia que depois de uma crise que quase devastou o país, tinha 14,5 por cento benefícios excluídos com essa modalidade.
O RGPS (Regime Geral da Previdência Social) tem como meta eliminar 40 por cento desses benefícios até o ano de 2024, trazendo uma economia de R$20 bilhões. Em 10 anos chegaria a $108 bilhões.
Com um esforço com o Pronatec, a e a recolocação profissional no mercado de trabalho junto ao SINE (Sistema Nacional de Emprego), deverá ser aprovado estas regras até o mês de Março.
Para o Governo talvez uma solução também seria pagar um auxílio acidente com uma duração e valor mais curtos, assim todo mundo ganharia e o trabalhador continua contribuindo, recebendo o benefício e também somando ao salário.