Publicado em: quarta-feira, 16/10/2013

Governo de São Paulo fecha o cerco em torno do PCC

Governo de São Paulo fecha o cerco em torno do PCCO governador de São Paulo Geraldo Alckmin – PSDB anunciou a instituição de uma equipe exclusiva para averiguar acusações sobre práticas de uma facção criminosa, através de gravações telefônicas entre os chefes e demais bandidos. Alckmin reforçou que o intuito e a segurança dos civis e todas as medidas serão tomadas.

Escutas insinuaram o envolvimento de policiais militares com o PCC (Primeiro Comando da Capital), a morte do próprio governador e membros do governo e a possível infiltração de integrantes da facção em meio as recentes manifestações com intuito de assassinar policiais. Esta última ação, em uma resposta clara ao fato do isolamento de líderes do PCC revelados pelo governo do Estado.

O governo de São Paulo reagiu rápido as denúncias e articulações envolvimento criminosos perigosos e promete fechar o cerco com um trabalho intenso de 24 horas por dia envolvendo policiais militares e civis, promotores. Ainda foi divulgado que o processo de licitação que coíbe e bloqueia em definitivo o sinal de aparelhos telefônicos na cadeia está em andamento, com previsão de término até o final do ano.

Em uma das conversas entre os bandidos eles comentavam a dificuldade para a prática do crime em referência ao governo do Estado. Em compromisso na cidade de Mirassol o governador afirmou que se já estava difícil agora ficará mais rígido ainda e que com isso será uma resposta à sociedade, zelando assim pelo interesse e bem estar de todos através do combate ao crime organizado.

Relembre o caso

O Ministério Público de São Paulo através de escutas telefônicas entre os chefes da facção criminosa, na qual conclui-se que a intenção dos bandidos em promover uma grande fuga, além de tentar se infiltrar buscando apoio na Assembleia Legisltiva e até mesmo Supremo Tribunal Federal. O trabalho de investigação durou tres anos e chegou o número de 175 acusados de envolvimento com o PCC, além de mandar para o Regime Disciplinar Diferenciado os líderes da quadrilha.