Publicado em: quinta-feira, 18/08/2011

Governo avalia melhora da inflação com indicador do Banco Central

Para o governo, o recuso das atividades econômicas do país registradas em junhos apresenta uma leve melhora no chamado “balanço de risco para a inflação”. O Banco Central possui o indicador IBC-Br, que mede o movimento da atividade econômica no país e serve como uma prévia para o PIB (Produto Interno Bruto).

Em junho, o IBC-Br apontou a queda de 0,26% em relação ao índice em maior. O valor representa o primeiro recurso da atividade desde dezembro de 2008, quando o mundo estava no pico da crise internacional.

Segundo a equipe econômica do governo, o IBC-Br sustenta o argumento do Banco Central, aonde a redução monetária que foi aplicada em janeiro deve repercutir de maneira inda mais clara na inflação do país e nas demais atividades do segundo semestre de 2011.

A aposta dos economistas com o anúncio do indicador é que a entidade monetária deve manter a taxa Selic estável em 12,50% ao ano em agosto, mesmo com o cenário internacional em queda.

Para a taxa de inflação acumulado nos últimos 12 meses, o índice está acima do teto da meta, que é 6,5%. O BC afirmou que os preços devem recuar a partir de setembro e continuar dentro da meta central, que é de 4,5%. Para a inflação, a meta de faixa de flutuação em 2%, ou seja, podendo ficar em 2,5% ou 6,5%.