Publicado em: sexta-feira, 13/04/2012

Governo anuncia R$2,8 bilhões para a construção de 2,4 milhões de casas

Governo anuncia R$2,8 bilhões para a construção de 2,4 milhões de casas  O governo federal anunciou ontem uma ampliação nos investimento do programa Minha Casa, Minha Vida. Serão mais 2,8 bilhões de reais referentes à segunda etapa do programa. O objetivo é construir casas em pelo menos 2.582 municípios com população até 50 mil. O valor disponibilizado foi anunciado pelo Ministério das Cidades e será usado para construir mais 107.348 unidades habitacionais. A meta do governo é contratar, até final de 2014, mais 220 mil casas. O dinheiro faz parte dos 125,7 bilhões de reais que serão distribuídos nesta segunda fase do programa.

Segundo a presidente Dilma Rousseff, essa nova quantidade de casas impulsiona o desenvolvimento de municípios pequenos. A presidente participou da cerimônia que anunciou os mais de dois mil municípios que serão contemplados com as obras. Na perspectiva de Dilma, essas moradias permitem que o círculo vicioso rode e gere oportunidades de emprego por meio do dinamismo econômico desses municípios. O evento reuniu os prefeitos em Brasília para receberem a notícia. Na perspectiva de Dilma, ao mesmo tempo em que se propõe crescimento econômico, também se faz justiça social.

Do total de municípios contemplados, 1.163 estão recebendo o projeto pela primeira vez, enquanto os demais já haviam sido contemplados pela outra etapa do programa. Nesta etapa, as moradias serão oferecidas para as famílias que recebem até 1.600 reais por mês. Para cada unidade o governo deverá oferecer 25 mil reais.

Dilma anunciou mais casas para os próximos anos

Durante seu discurso, Dilma disse também que em poucos meses será anunciada uma nova meta para o Minha Casa, Minha Vida 2. Segunda ela será ampliado o número de habitações construídas. No total serão 2,4 milhões de moradias e a divulgação oficial deve ocorrer no mês de junho. A presidente falou que o Brasil tem capacidade para essa expansão, pois está crescendo na contracorrente dos países desenvolvidos que voltam atrás. Enquanto o país alcança um crescimento da renda, os europeus experimentam a queda na renda de seus cidadãos.