Publicado em: sexta-feira, 28/02/2014

Estudo revela que obesidade entre crianças de 2 a 5 anos cai em 43% em oito anos nos EUA

Obesidade entre crianças de 2 a 5 anos cai em 43% em oito anos nos EUAO índice de obesidade em crianças dos Estados Unidos que tem entre 2 a 5 anos, caiu 43% nos últimos 8 anos, de acordo com uma pesquisa que foi publicada na última terça-feira (25), mas o problema não foi resolvido, ainda há um terço dos adultos e 17% de crianças com mais de 5 anos que sofrem de obesidade. Os americanos sempre foram conhecidos pela cultura de comer comidas muito calóricas, por isso a taxa de obesidade sempre foi alarmante, mas felizmente o país se manteve estável na última década, entretanto, segundo uma pesquisa publicada na Revista da Associação Médica Americana, diz que se tratando de crianças com idade entre 2 e 5 anos, houve uma queda significativa, passando de 14% no período de 2013/2014 para 8% em 2011/2012.

De acordo com outros estudos feitos pelo Centro para o Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), afirmam que aconteceu uma redução da obesidade em crianças de famílias classe baixa que fazem parte programas federais de nutrição. As melhoras que constam na pesquisam ainda não tem uma explicação clara, acreditam que se deva pela melhora na nutrição e programas que envolvam atividades físicas em escolas. Também a diversas causas que são responsáveis por essa diminuição divulgadas pelo CDC, como a ausência de bebidas açucaradas, e um maior estimulo ao aleitamento materno que é imprescindível para a saúde da criança. As políticas estatais, municipais e federais também tem colaborado.

Adultos com obesidade

Se tratando dos adultos, o avanço não foi tão bom, em 2011-2012 68% da população sofria com sobrepeso ou obesidade e os números cresceram, principalmente para as mulheres com idade média de 60 anos, antes 31,5% em 2003-2004 passando para, 38% após oito anos. O comunicado feito pela CDC, também trouxe um comentário de Michelle Obama que ajuda nestes movimentos em combate a obesidade infantil, ela diz que está empolgada com o progresso dos últimos anos nas taxas de obesidade entre jovens americanos.