Publicado em: segunda-feira, 03/06/2013

Estudantes universitários latino-americanos usam mais as redes sociais

Estudantes universitários latino-americanos usam mais as redes sociaisSegundo dados levantados por pesquisa, 70% dos universitários latinos usam redes sociais como o Facebook, Twitter, Youtube, Pinterest e LinkedIn durante todo o tempo.

Este estudo visa identificar como os estudantes de universidades utilizam a internet o mundo todo, e de acordo com a pesquisa da instituição QS os latino-americanos se tem um comportamento similar em geral, se comparado a estudantes dos outros continentes, exceto a frequência que eles se utilizam das redes sociais.

O estudo foi batizado como Student’s Online Usage: Global Market Trends Report e a sua base foi a pesquisa realizada no evento QS World Grad School Tour nos anos de 2012 e 2013. Este evento acontece em diversas cidades ao redor do mundo, com o objetivo de promover contato entre estudantes e também graduados com universidades de outros países.

Para esta pesquisa 26 pessoas da África, América Latina, América do Norte e Ásia foram questionadas. Os três principais pontos considerados foram o tempo que os estudantes ficam online, o dispositivo eletrônico que usam para ficar online e a preferência que tem em redes sociais de âmbito internacional.

A maioria dos estudantes respondeu que usam as redes sociais como meio de se manter informado e os estudantes da América Latina usam as redes simplesmente por acharem que são interessantes. Esta foi a resposta de 50% dos estudantes.

? Alex Sandro Gomes, especialista na Interação entre Humano e Computador e professor no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) acredita que a questão é mais ampla e complexa, para haver esta motivação. Para ele as redes servem mais para formar uma identidade através das declarações contidas nas postagens, através de escritas ou até imagens, como uma afirmação de existir e ser de determinada forma.

Para o professor, os universitários brasileiros usam as redes sociais mais para ter contatos e constituir-se como pessoa, não apenas como classificaram, como um simples passatempo.