Publicado em: segunda-feira, 17/06/2013

Estudantes paulistanos acreditam em profissão de homem e de mulher

Estudantes paulistanos acreditam em profissão de homem e de mulherA Organização de Ação Educativa que conta com a participação em torno de 500 estudantes realizou uma pesquisa que perguntava se os estudantes acreditavam que existiam profissões que eram apenas para homens e outras apenas para mulheres, para alunos de escolas públicas do de São Paulo que estão no 3º ano.

Isso demonstra que os valores de gênero ainda norteiam inclusive escolhas de estudantes jovens quanto a sua vida profissional futura.

Raquel Souza, que é a assessora do Programa Juventude da Ação Educativa aponta que os motivos que impulsionam esta resposta podem variam, alguns acreditam que algumas características femininas ajudam em desempenho de profissões de cuidado, e masculinas ligadas aquelas de aptidão a raciocínio e vigor físico.

Alguns estudantes apontaram situações como uma engenheira não ser obedecida por ser mulher e a maioria dos seus empregados, ser formada de homens. Apesar das relações terem mudado muito em relação a gênero e as mulheres hoje ocupem várias posições de poder, existe ainda um estereótipo forte de onde as mulheres devem e são mais aptas a estar, de acordo com Raquel.

Além destas, outra observação feita pela assessora Raquel é a onde as profissões que são consideradas como femininas feralmente tem um prestigio menor do que aquelas que são potencialmente masculinas. Para esta caracterização, Raquel usou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mostrando informações em dez anos, o numero de mulheres ocupando cargos nas profissões como engenharias e computação só aumentou, por outro lado, homens pedagogos ou assistentes sociais, não. Ous eja, historicamente, as carreiras dos homens se abriram para as mulheres, mas as profissões delas continuam desvalorizadas.

As maiores remunerações ainda são em sua maioridade em cargos ocupados por homens e ainda há a diferença racial.

Ângela Guimarães, secretária adjunta da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República, afirma que o governo tem ação do governo tem sido a de fazer com intuito de inserir em políticas para que estas atendam a um público determinado de jovens mulheres com intuito de viabilizar melhorias neste setor.