Publicado em: sexta-feira, 09/05/2014

‘Estamos nos preparando para mais uma guerra da CPI da Petrobrás’, Aécio afirma em entrevista à rádio Jovem Pan

Estamos nos preparando para mais uma guerra da CPI da Petrobrás Aécio afirma em entrevista à rádio Jovem PanO senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB à Presidência da República, e também considerado um dos principais líderes da oposição, declarou nessa quarta-feira (7) que os partidos oposicionistas estão preparados para travar uma briga contra o governo federal na CPI da Petrobras.

Durante uma entrevista à rádio de Alagoas, o candidato a presidência afirmou que a grande “disputa” na sessão de quarta do Congresso Nacional, será para tentar assegurar uma instalação de uma CPI mista de deputados e senados, afim de poder investigar a estatal do petróleo. “Estamos nos preparando para mais uma guerra da CPI da Petrobras. Uma guerra que não acaba nunca”, destacou enquanto dava a entrevista à rádio Jovem Pan AM, de Maceió (AL).

CPI não é invenção

Mediante a tantas denúncias em torno da Petrobras, a oposição entretanto protocolou dois pedidos na CPI do Legislativo, primeiro um que seja exclusivamente para o Senado e outro para uma comissão mista. A oposição permanece insistindo na criação de uma CPI mista, que possa envolver senadores e deputados, contudo, o PT deseja uma CPI exclusiva para o Senado, a Casa que tem o poder sobre os parlamentares. De acordo com o senador Aécio Neves, a instalação da CPI não é “invenção” da oposição. O candidato a presidência afirma defender uma CPI feita somente por senadores e deputados, porque contribuiria que investigações fossem maiores.

“Nós vamos insistir para que as investigações no Congresso possam incorporar deputados. Quanto mais amplas as investigações, melhor. Essa vai ser a grande disputa de hoje à noite, – garantir a CPI mista -”, relata o peemedebista ao ser entrevistado pela manhã nesta quarta na rádio Correio AM, em Maceió, além das respostas, o pré-candidato foi questionado as entrevistas sobre a instalação de uma CPI em ano de eleição, sugerindo que a medida tenha “tom político”.