Publicado em: segunda-feira, 03/09/2012

Estados Unidos quer maior presença de estudantes brasileiros nas suas universidades

Estados Unidos quer maior presença de estudantes brasileiros nas suas universidadesOs Estados Unidos querem que os estudantes brasileiros tenham uma maior participação nas suas universidades. Pelo menos foi o que afirmou Francisco Sánchez, que é subsecretário de comércio internacional do governo norte-americano, liderado pelo presidente Barack Obama. Ele está no Brasil para participar do décimo Circuito Sul-Americano de Feiras Education USA e contou que dobrar o número de brasileiros nas instituições de ensino norte-americanas é uma das metas que o governo dos Estados Unidos quer alcançar.

De acordo com ele, a relação entre Brasil e Estados Unidos está ficando mais profunda a cada ano e a importância dessa relação bilateral poderia ser conferidas nas universidades e faculdades dos dois países. Segundo ele, as instituições de ensino do seu país estão vendo que o Brasil está se tornando cada dia mais importante no cenário mundial, tanto política quanto economicamente, e por isso querem fazer parte dessa mudança.

Sánchez veio ao país acompanhado de uma comitiva que conta com pessoas que representam mais de sessenta universidades e faculdades dos Estados Unidos. Na lista das instituições norte-americanas que enviaram representantes ao Brasil estão a New York Film Academy, a University of Florida, Columbia University, entre outras faculdades e universidades que oferecem aos seus estudantes a possibilidade de fazer cursos em diversas áreas do conhecimento.

Hoje em dia, aproximadamente nove mil estudantes brasileiros estão fazendo cursos em universidades e faculdades dos Estados Unidos. No entanto, esse número é bem menor do que a presença de estudantes indianos e chineses no país. China e Índia tem, atualmente, mais de 100 mil alunos, cada um, estudando em universidade norte-americanas.

Sánchez contou que a ideia do governo americano é que o país tenha mais de 15 mil estudantes brasileiros entre os próximos três ou cinco anos. Segundo ele, para alcançar a meta, os Estados Unidos querem o apoio do governo do Brasil.