Publicado em: sexta-feira, 30/03/2012

Entidade apela por apoio em ‘Hora do Planeta’

Como incentivos para todos os habitantes da Terra apagarem as luzes no sábado, na tentativa de salvar um pouco para a Terra, os organizadores do “Hora do Planeta” têm apostado nas redes sociais para disseminação da proposta.

Todos os anos, desde Sydney até Los Angeles, tanto governos, quanto empresas e o restante da população, um número cada vez maior de adeptos, tem aceitado mergulhar na escuridão pelo período de 60 minutos, para deixar claro a vontade de se combater o aquecimento global, em apoio ao WWF.

Está marcado para o próximo sábado uma nova realização do ato, às 20h30. A proposta deste ano é fazer melhor que 2011, quando mais de cinco mil cidades, de 135 países participaram.

Para este ano, a proposta é aumentar o tempo de duração da ação para mais de 60 minutos habituais. Os organizadores estão incentivando os adeptos mais motivados para acompanhar as redes sociais. Querem que as novidades sejam seguidas no Facebook, compartilhado no Twitter e que vídeos sejam produzidos para postagem no Youtube.

Reviravolta

Entretanto, aí há uma armadilha. As tecnologias também geram uma cota de CO2, exigida para o uso de smartphones, tablets e computadores. Quando usamos a internet, emitimos o gás indiretamente. Apesar disso, não é possível medir com precisão o impacto causado, mas uma pesquisa realizada em 2008 indicou que o setor de tecnologia é responsável por 2% das emissões de gases que contribuem para o efeito estufa no mundo todo.

Foi reconhecido pelos organizadores do projeto que foi preciso pensar muito antes de tomar a decisão de investir nas telas dos equipamentos para lutar contra o aumento do aquecimento global. Andy Ridley, co-fundador e diretor executivo da ação, afirmou acreditar que a capacidade de desenvolver uma campanha digital, envolvendo pessoas de todo o planeta, é o maior ponto benéfico das tecnologias.